Sociedade Esportiva Bandeirante EmailFacebook SEBInstagram SEBTwitter SEBÁlbuns WEB Picasa - SEBSeja Sócio da SEB
 
 
         
 









 
O CLUBE > Galeria de Presidentes


Conheça todos os presidentes da Sociedade Esportiva Bandeirante:

Eduard Von Buettner (1900)

O desportista Eduard Von Buettner foi o primeiro presidente do Bandeirante. Foi ele quem coordenou a reunião com 14 dirigentes para efetivar a criação do clube, em 1900. Comerciante e industrial, Buettner foi o idealizador da agremiação vermelha e branca da colina.Em 1898, juntamente com a nora e a esposa, Buettner fundou a Fábrica de Bordados Finos, que se transformou na centenária empresa Buettner, que está entre as mais tradicionais indústrias têxteis de Santa Catarina.

 

Wilhelm Lange (1901)

Em 1901, quem assume o comando do clube é o pastor Wilhelm Lange. Sempre envolvido com o esporte de Brusque, Lange fez muitos amigos. Em função disso, foi convidado para fazer parte da diretoria do Bandeirante, sendo o segundo presidente da história do clube. Após dedicar-se à atuação religiosa, em 25 de julho de 1909, Lange solicitou a demissão do cargo de partor de Brusque.

 

Cônsul Carlos Renaux (1902-1906)

Principal líder político e empresarial da história de Brusque, o imigrante alemão Karl Christian Renaux foi o terceiro presidente do Bandeirante. Assumiu o cargo em 1902, permanecendo durante quatro anos. A atuação do Cônsul Carlos Renaux ganhou bastante destaque por seus esforços no cenário econômico de Brusque. Dentre eles, destaca-se a industrialização têxtil no Vale do Itajaí, construção da primeira fiação do Estado (Renaux), entre outros empreendimentos. Carlos Renaux foi prefeito de Brusque e tenente-coronel da Guarda Nacional.

 

Carl Petermann (1908)

Após dois anos de inatividade, o desportista Carl Petermann resolveu enfrentar o desafio de fazer renascer o Bandeirante, assumindo a presidência e dirigindo-o por cerca de ano. Petermann foi fundamental no processo de amadurecimento do clube. Acalmar os ânimos e mediar acaloradas reuniões eram as características marcantes do presidente.

 

Max Köhler (1909-1912)

Entre 1909 a 1912, o dirigente Max Köhler conduziu o destino da sociedade. Natural da Argentina, radicou-se em Brusque onde viveu até falecer, no final da década de 1930. Köhler iniciou suas atividades na cidade com uma padaria e, tempos depois, presidiu o Bandeirante. Seu filho, Alfredo, seguiu os mesmos passos, alcançando também bons resultados na presidência do clube. Antes, Köhler foi um dos fundadores do Rei do Alvo no Caça e Tiro Araújo Brusque, teve um salão de bailes e integrou a Sociedade de Cantores de Brusque. Sendo assim, contribuiu para pavimentar o caminho para o surgimento do Bandeirante.

 

Otto Gruber (1913-1920)

Otto Gruber esteve na presidência da sociedade entre 1913 e 1920, quando foi construída uma praça de esportes no clube. Foi figura decisiva na consolidação dos anos iniciais e turbulentos do Bandeirante. Foi comandante da Sociedade Cantores de Brusque e líder doo grupo teatral amador Harmonie, que levava ao palco peças em alemão. Otto contribuiu de forma significativa para a cultura e desenvolvimento de Brusque.

 

Otto Renaux (1921-1933)

Uma das trajetórias mais marcantes dentro do clube foi a de Otto Renaux. Ele presidiu o Bandeirante por 13 anos, iniciando o mandato em 1921. Otto Renaux é o segundo presidente na história que mais tempo permaneceu no cargo. Filho de Carlos Renaux e Selma Wagner, Otto nasceu em Brusque, em 12 de agosto de 1887, e iniciou as atividades no Clube aos 34 anos. Foi Também presidente de honra e membro do conselho deliberativo na gestão posterior ao seu mandato. Possuía um tratamento extrovertido, chegando a ser generoso e impulsivo ao mesmo tempo. Participou de diversas frentes no esporte da cidade. como ginasta do Bandeirante, como rei do tiro do Clube de Caça e Tiro Araújo Brusque. Otto era considerado uma figura simpática, costumava parar diante da residência para observar o movimento e cumprimentar as pessoas. Faleceu aos 75 anos, em 26 de dezembro de 1962.

 

Luis Strecker (1934-1948)

Luis Strecker foi o presidente que mais tempo permaneceu no cargo: 14 anos (1934-1948). Respeitado por todos, Strecker tornou o clube amplamente conhecido por adotar organização exemplar, objetivando o cuidado e a manutenção de canchas, jardins e patrimônio físico. Em sua atuação como presidente, ocorreu um fato inédito até então na trajetória do Bandeirante: foram erguidas arquibancadas para acomodar o público em virtude de o clube ser sede do Campeonato Estadual de Atletismo de 1947, oferecendo aos participantes uma estrutura condizente com a competição. No último ano de sua gestão, o Bandeirante ainda obteve, pela primeira vez, o título estadual de vôlei feminino.

 

Erich W. Bueckmann (1949)

Bueckmann ajudou a traduzir a agremiação em sinônimo de esporte e ambiente saudável, isso porque deixou o Bandeirante em destaque pela realização de festivais, competições, bailes, almoços de confraternização e jogos com associações de outras cidades, com o intuito de estreitarem os laços. Umas das principais ações realizadas por Bueckmann foi o grande impulso dado à pratica esportiva. A estratégia deu tão certo que consagrou o Bandeirante bicampeão catarinense de vôlei feminino adulto. Outro grande momento foi o Baile Social dos 49 anos do Clube. Bueckmann faleceu em 9 de agosto de 1990, aos 74 anos.

 

Valério Walendowsky (1950-1951)

O ex-diretor da Indústria Renaux e fundador da empresa de refrigeradores Cônsul, de Joinville, era uma pessoa simpática e com frequência era visto tomando sua dose diária de sol pela manhã, em uma cadeira de rodas, aos 85 anos, no pátio de residência, no centro de Brusque. Sua gestão teve como principal atividade a comemoração dos 50 anos do clube: articulou uma grande festa, que durou três dias. Além de dedicar-se ao Bandeirante, Walendowsky gostava de praticar esportes. Durante 25 anos, dedicou-se às competições de ginástica, handebol de campo e atletismo.

 

Alfredo Otto Koehler (1952-1957)

Alfredo Otto Koehler foi presidente do Bandeirante por cinco temporadas. Suceder a figura de Valério Walendowsky não seria uma tarefa fácil, mas a gestão de Koehler foi de grande êxito e marcada pelo desenvolvimento das modalidades esportivas na vida do associado. Ele teve bastante participação no surgimento dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc). Em seu mandato, em 1956, foi realizada a primeira viagem de um representante brusquense para São Paulo, visando colher subsídios para uma então futura competição poliesportiva entre as cidades catarinenses. Nos anos em que esteve à frente do clube, Koehler incentivou o fortalecimento do voleibol, que conquistou títulos em todos os anos em que foi presidente o primeiro lugar do Estadual Feminino.

 

Ary Wehmuth (1958-1960)

Com Ary Wehmuth na presidência do clube, o Bandeirante ganhou nova injeção de ânimo. Sócios e desportistas ganharam a construção de novas dependências, ampliando a estrutura já existente. Na gestão de Ary, foram lançados os Jasc e inauguradas a piscina, a pista de atletismo, a sede aquática e duas quadras de tênis.

 

Arthur Schlöesser (1961-1964)

Considerado o "Pai dos Jogos Abertos de Santa Catarina", Arthur Schlösser assumiu a presidência do Bandeirante em 1961, aos 46 anos, ocupando o cargo até 1964. Talvez não imaginasse que os Jasc se transformariam na segunda maior competição esportiva do País na época, atrás apenas dos Jogos Abertos do Interior de São Paulo, e no principal evento desportivo amador catarinense. No entanto, o mérito de Arthur não se resume aos Jasc. Outro ponto importante de sua gestão foi a iniciativa para a construção do Ginásio de Esportes do Bandeirante.

 

Carlos E. Azambuja (1965)

Na gestão de Carlos Azambuja foi dado início às obras de construção do Ginásio de Esportes do clube. Assim, o Bandeirante transformou-se no polo principal das disputas dos Jasc 1965. Nessa época, muitas pessoas frequentavam o clube, mas poucos colaboravam. Decidiu-se, então, pela campanha de incentivo a novos sócios. Azambuja implantou os Bailes do Chope e Caipira como forma de aumentar o número de sócios e gerar recursos.
 

 

Orides Schwarz (1966)

A administração de Orides Shcwartz deu continuidade à construção do Ginásio de Esportes, uma das prioridades de sua gestão. Como profissional, Schwartz atuou na Tecelagem Santa Luzia, Colégio São Luiz, Clubes Guarani e Carlos Renaux, auxiliou em obras como a do Sesi do Jardim Maluche e Igreja Matriz. Faleceu prematuramente, aos 32 anos, vítima de câncer.

 

José Pereira (1967-1968)

Uma das prioridades de José Pereira foi a beleza externa do clube, que na época não possuía calçamento. Zeca Pereira, como era chamado, enfrentou uma etapa conturbada na história do Bandeirante, devido à inúmeras dívidas. Entre suas realizações, está a cobertura de uma cancha de bocha. Além de esportista, Pereira foi operário, viajante e industrial. Era proprietário de uma fábrica de conservas e café e, anos depois, virou fazendeiro no Mato Grosso. Faleceu aos 56 anos, vítima de problemas cardíacos, em 1980.

 

Dr. João Antônio Schaefer (1969-1971)

O médico João Antônio Schaefer, o Dr. Nica, é presença marcante desde a infância no Bandeirante. Os laços criados quando ainda era uma criança permanecem fortes para o mais antigo dos presidentes vivos. Amigo de Arthur Schlösser, o principal vínculo de Dr. Nica com o clube estava no esporte. Nos tempos em que ainda cursava a faculdade de Medicina, em Curitiba, aproveitava as férias para aprender um pouco mais nos hospitais de Brusque, sem deixar de lado a prática de esportes no clube. Durante a gestão como presidente, enfrentou um dos problemas que mais assustam um administrador: as dívidas. Para resolver o problema, o médico realizava as consultas obrigatórias dos sócios que queriam entrar na piscina recém-inaugurada. O dinheiro arrecadado com as taxas ia direto para os cofres do clube. Ele conta que no dia de pagar a última parcela da dívida, já estava com o cheque no bolso e passou na igreja para uma missa. Ao chegar no local onde deveria entregar o cheque, se deu conta que ele não estava mais lá. Tinha perdido. Diante do desespero, fez o caminho de volta e, por sorte, o cheque estava exatamente no banco em que ele tinha sentado na igreja. Assim, deixou o cargo com as contas em dia. Durante o mandato de Dr. Nica foi realizado o primeiro Baile de Debutantes do clube, em parceria com a prefeitura de Brusque.
 

 

Dr. Nivaldo M. Diegoli (1972-1974)

O dentista Nivaldo Diegoli tornou-se presidente do clube aos 28 anos. Uma de suas propostas na presidência foi a introdução do futebol suíço. A gestão de Diegoli foi marcada por muitos obstáculos e desafios. Todos enfrentados com força de vontade. Um dos pontos de seu mandato foi a construção de uma portaria, edificada com doações de tijolos feitas pelos sócios e recolhidos pelos diretores com uma Kombi, visando a não permitir a entrada de não-sócios. Os jovens ganharam uma danceteria para se divertiram nas noites de sexta-feira. Também foi organizada a Gincaban - uma gincana motorizada do Bandeirante pela cidade. Nesse tempo, as críticas deram espaço aos elogios. Foi o período de mudanças.

 

Venício Barbosa (1976-1978)

Como presidente do clube, Venício Barbosa também enfrentou obstáculos quanto ao fechamento da portaria do Bandeirante para não-associados. Essa medida foi considerada polêmica na época, provocando desentendimentos. Mas a medida era necessária porque muitas pessoas usavam as dependências do clube e não pagavam mensalidade. Para ampliar o quadro social, Barbosa planejou e realizou bailes de gala apenas para associados. Aqueles que não podiam participar procuravam associar-se para fazer parte desses eventos. Faleceu em agosto de 1999, aos 54 anos, vítima de infarto.

 

Amilcar A. Wehmuth (1978-1980)

A gestão do empresário Amilcar "Chico" Wehmuth foi marcada por continuar, como seus antecessores, a piorizar a construção da nova sede social. Outra iniciativa da administração de Wehmuth foi estimular o convívio da "família Bandeirante", realizando encontros para almoços gratuitos oferecidos para associados e dependentes. Contudo, não foram poucas as adversidades encontradas no caminho. As muitas conquistas do clube na época se devem aos esforços e ao espírito de equipe entre dirigentes e o auxílio de empresas, aliados à fundamental colaboração dos sócios. No segmento social, os eventos do Bandeirante começaram a ter mais envolvimento com os associados durante a gestão de Chico. Com o clube mais equipado, a consequência foi o crescimento do quadro social.

,

Vinicius José Bado (1980-1982)

Sempre envolvido nos principais eventos desportivos do Bandeirante, Vinicius José Bado foi presidentes do clube de 1980 a 1982. Mesmo antes de chegar à presidência, participou da equipe que elaborou os Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc) ao lado de Arthur Schlösser. Badão iniciou a carreira esportiva no futebol. Mais tarde, defendeu as equipes de vôlei e basquete do Bandeirante. Dessa época, ele lembra muito bem a abnegação dos atletas. Antes dos Jasc 1965, o clube ainda não tinha ginásio, que foi inaugurado exatamente no primeiro dia do evento. "Dormíamos no Bandeirante, nas quadras de tênis adaptadas para concentração. Ficou marcado na minha lembrança esse momento de amadorismo e, ao mesmo tempo, de amor pelo esporte", recorda Badão. De 1957 a 1965 ele participou das equipes de vôlei e basquete. De 1965 a 1970, fez parte somente do grupo de vôlei.

 

Marcio Belli (1982-1984)

Na época da gestão de Belli, a nova sede já era realidade. Foi nessa época que a piscina ganhou filtros para o tratamento da água. Em função desses novos filtros, a piscina precisou ser ampliada e, em consequência disso, foram implantados mais vestiários, a sede aquática e consultório médico. Belli também adquiriu ar-condicionados através de parceria efetiva com os empresários Waldemar Schlösser e Ary Arnoldo Wehmuth. Outra realização de Belli foi estruturar e embelezar a parte externa da nova sede. Estacionamento, canteiros e jardins foram implantados em sua gestão.

 

Dr. Emílio Luis Niebuhr (1984-1986)

O médico Emílio Luis Niebuhr, genro de Arthur Schlösser, foi presidente do Bandeirante no ano em que Brusque foi, pela terceira vez, sede dos Jasc (1985). Foi na sua gestão que todas as dívidas do clube foram sanadas. Iniciava-se uma nova fase. A administração de Niebuhr foi marcada pela reforma das piscinas e da sede aquática. O quadro social era de aproximadamente mil sócios.

 

Manfredo Hoffmann (1986-1990)

Manfredo Hoffmann foi um presidente que gostava do verde. Seu enfoque durante a administração foi arborizar e ajardinar as dependências do Bandeirante. Foi feita então a manutenção dos jardins, que ganharam um visual mais colorido, plantou-se novas flores e palmeiras para dar vida aos ambientes. Iniciou a construção das canchas de futebol suíço, promoveu a troca do piso do ginásio de esportes e deu início às obras de construção da sede esportiva, que foi destinada para a prática do tênis e futebol suíço. Manfredo faleceu aos 54 anos, em junho de 1990, após uma cirurgia cardíaca.

 

Aliomar Luciano dos Santos (1992-1996)

Durante a gestão de Aliomar Lucianos dos Santos, o Bandeirante teve um grande avanço. A diretoria conseguiu, juntamente com o Conselho Deliberativo, a isenção de mensalidade para sócios com 35 anos de casa e com idade acima de 65. Esses sócios acabavam se afastando do clube, mas, com a medida, os remidos passaram a frequentar mais. Na época, a sociedade tinha 1.234 sócios e, com as constantes campanhas e mudanças, obrigou-se a abrir novos títulos. Além disso, muitos negócios foram concluídos durante essa gestão. Os espaços físicos do clube foram dobrados, foi construída a portaria e todo o pátio foi asfaltado. Além disso, durante a gestão de Aliomar foram implantadas a cancha de bocha e a sala de jogos. "Foram anos de muito esforço e dedicação. O grupo de pessoas que, na época, estava à frente da diretoria contribuiu para que a gestão fosse profícua", afirma.

 

Valmor José Vechi (1996-2000)

Sócio há mais de 30 anos, Valmor José Vechi, ou Juca Vechi, envolveu-se na história do clube dentro e fora das quadras. Jogou tênis, basquete, vôlei, mas foi no futebol suíço que encontrou seu esporte favorito. Da gestão como presidente, ele diz que a obra de maior importância foi a cobertura de três quadras de tênis. Outro feito foi a aquisição de terrenos que dobraram o espaço físico do Bandeirante. "Foi uma loucura. Não tínhamos dinheiro para aumentar o clube e compramos a área mesmo assim. Não sei como conseguimos pagar", diz. O apoio ao esporte trouxe resultados. "Participamos dos principais torneios de tênis, várias categorias do vôlei disputaram jogos estaduais, assim como os times de basquete, que chegou à Liga Nacional", orgulha-se. O encerramento do mandato coincidiu com o centenário do clube. Para Juca, as comemorações foram os momentos mais marcantes que teve no Bandeirante. Atualmente, é conselheiro e aproveita a experiência de tudo o que vivenciou durante as três décadas como associado e de envolvimento com o clube.

 

José Carlos Loos (1974-1976 / 1990-1992 / 2000-2002)

José Carlos Loos foi o único a ocupar a presidência em três mandatos alterados. Juca Loos - como é conhecido - nasceu em Blumenau, mas foi radicado em Brusque.Uma das principais obras de seus mandatos foi a construção da sede social. Isso fez com que o clube assumisse uma posição de destaque na cidade, promovendo bailes, confraternizações e comemorações. Na época em que assumiu, o Bandeirante passava por uma situação de abandono. Foram anos de reestruturação. No segundo mandato, Loos reformou e ampliou a sauna e construiu dependências da sede esportiva, com vestiários e lanchonetes. Em 2011, Loos completou 40 anos na diretoria do Bandeirante.

 

Ricardo Vianna Hoffmann (2002-2006)

A gestão do advogado Ricardo Vianna Hoffmann pode ser definida como transitória. Foi época de renovar os membros da diretoria. Um dos destaques, segundo a ex-presidente, foi a preocupação constante da direção com os associados. O atendimento aos anseios e reivindicações dos sócios foi prioridade para Hoffmann. Além disso, o piso do ginásio passou por reforma e foi criado também o Espaço Gourmet, destinado à realizações de eventos particulares dos sócios e que fornece o surgimento de talentos da culinária.

 

Sandro Ricardo Gracher Baran (2006-2010)

A gestão de Sandro Ricardo Gracher Baran foi marcada pela reforma administrativa do clube. Durante o mandato, Sandro profissionalizou a gestão, todos os colaboradores foram capacitados através de palestras. Em julho de 2009, a administração fez uma análise de mercado e do cenário em que o clube se posicionava. Desta avaliação nasceu o Projeto Renovação, um plano de revitalização que planejava todas as ações, estratégias e controles para melhorar a qualidade dos serviços aos associados. "Conseguimos estabelecer algumas diretrizes básicas, definindo nossa identidade organizacional, ou seja, identificar a verdadeira razão de existência do clube. Criamos também missão e a visão do Bandeirante, que ainda não existiam". Sandro e os colegas de diretoria conseguiram sanar todas as pendências tributárias. "O Bandeirante passou a valorizar ainda mais o sócio. Reformulamos o site, deixando-o mais dinâmico. Reestruturamos também as sessões da Revista Turn.verein, colocando o associado em primeiro plano" diz. Foi durante a gestão de Sandro que teve início o controle de acesso com carteirinhas, utilizando a tecnologia de leitores de código de barra.

 

 

(1901) Pastor W. Lange (1900) Eduard Von Buettner (1902-1906) Cônsul Carlos Renaux (1908) Carl Petermann
(1909-1912) Max Köhler (1913-1920) Otto Gruber (1921-1933) Otto Renaux (1934-1948) Luis Strecker
(1949) Dr. Erich W. Bueckmann (1950-1951) Valério Walendowsky (1952-1957) Alfredo Koehler (1958-1960) Ary Wehmuth
(1965) Carlos E. Azambuja (1961-1964) Arthur Schlöesser (1966) Orides Schwarz (1967-1968) José Pereira
(1969-1971) Dr. João A. Schaefer (1972-1974) Dr. Nivaldo M. Diegoli (1974-1976) José Carlos Loos (1976-1978) Venicio Barbosa
(2006-2010) Sandro Ricardo Gracher Baran (2002-2006) Ricardo Vianna Hoffmann (2000-2002) José Carlos Loos (1996-2000) Valmor José Vechi
(1992-1996) Aliomar L. dos Santos (1900-1992) José Carlos Loos (1986-1990) Manfredo Hoffmann (1984-1986) Dr. Emilio L. Niebuhr
(1982-1984) Marcio Belli (1980-1982) Vinicius José Bado (1978-1980) Amilcar A. Wehmuth

Veja também as informações sobre:

 
Voltar
 
         
 
 
INICIAL
CONTATO
NOTÍCIAS
RESERVA DE ESPAÇOS
SEJA SÓCIO
REVISTA TURNVEREIN
MUSEU VIRTUAL
GUIA DE CONVÊNIOS
O CLUBE
Achados e Perdidos
Balancetes
Conheça a SEB
Diretoria
Estatutos e Regimentos
Estrutura
Galeria de Presidentes
História
Horários
SOCIAL
Agenda do Clube
Galerias de Fotos
ESPORTES
Agenda do Clube
Dominó
Futebol
Outros Esportes
Tênis
Vôlei
MÍDIAS SOCIAIS
Facebook
Twitter
Instagram
Picasa 2013
Picasa 2009-2012
 
Soc. Esp. Bandeirante - Brusque SOCIEDADE ESPORTIVA BANDEIRANTE
Avenida Getúlio Vargas, 224 - Centro - 88353-000 - Brusque - SC
Fone: (47) 3351-1133 - E-mail: seb@sebandeirante.com.br
© Copyright 2013. Todos os direitos reservados.
P1 Design Programação Efficience Web